Pego-me sempre querendo expressar algo, algum sentimento que me aperta o peito, que me sufoca, que me falta o ar. Sempre me apego querendo cantar, falar, gritar, despir, vestir, compartilhar.
Isso me sufoca, me esquenta, me esfria, morna e durmo.
Não sei explicar, eu quero explicar, eu preciso, eu sinto, eu sou. O que sou?
Sou homem, sou vida. Quero vida, dar a vida sem medo, sem apego, sem sossego.
Não pensar no amanhã, não viver em busca do amanhã. Ser o hoje, vivê-lo, senti-lo, querê-lo, tê-lo, sem medo.
O texto é lindo e profundo, somente uma pessoa muito sensível poderia escreve-lo.
ResponderExcluirNão imaginava que fosse um homem sensível Flavio, mas estamos sempre nos surpreendendo, isso é bom.