domingo, 27 de fevereiro de 2011

Desilusões perdidas: Filmes sobre jornalismo

Os melhores filmes para jornalistas assistirem.

Desilusões perdidas: Filmes sobre jornalismo: "Uma pauta que cai Os anos em que meus pais jornalistas não saíram de férias Pauteiro neurótico, repórter nervosa Corra, motorista, corra ..."

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Legião Urbana- Meninos e Meninas

Eu canto em português errado
Acho que o imperfeito não participa do passado
Troco as pessoas
Troco os pronomes

Eu quero é mais

Sou o dono do meu destino;
Ninguém, além de mim, sabe o quanto luto e persigo os meus sonhos;
Sou fraco às vezes e forte em outras
Sou tímido quando quero e espontâneo quando não devo,
Tenho medos terríveis que me assolam o dia inteiro, e me fazem sentir que estou vivo.
Gosto de chorar; de tristeza, alegria e principalmente de emoção, é clichê, mas choro até com comerciais.
Sou inseguro e muitas vezes ingênuo, mas faço de tudo para que não percebam isso. Seria o meu fim.
Quero as coisas aconteçam pra ontem, mesmo sabendo que o ontem não volta mais.
Gosto de sonhar acordado, de sonhar dormindo e de sonhar enquanto penso que não estou sonhando.
Falo comigo mesmo,
Às vezes brigo outras vezes chego até a me elogiar. (estranho)
Gosto de amigos, mas não sei se eles gostam de mim.
Tenho uma queda pra auto-aceitação
Adoro a família, todos juntos e misturados, mas nem sempre juntos e muito menos misturados,
Adoro escutar histórias, porém às vezes quero contá-las.

Quero paz,
Quero amor,
Quero sucesso? Talvez
Quero saúde,
Quero sexo,
Quero sentir alegria,
Quero ter solidão,
Dinheiro? Porque não?
Quero, quero, quero...

Desilusões perdidas: Decálogo do bom jornalista

Muito bom o blog do Duda Rangel, humor ácido como eu gosto. Parabéns Duda.

Desilusões perdidas: Decálogo do bom jornalista: "I. Tenha dúvidas. Quem consulta um dicionário não escreve “exceção” com SS. Verifique a informação com cuidado antes de publicá-la. Quem ach..."

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

E-books gratuitos

O blog da mídia 8 está com 239 livros (e-books) sobre mídias sociais, comunicação e web 2.0 disponíveis para download gratuito, em Português, Inglês e Espanhol.
Além disso, o blog traz diversos outros serviços, enquetes, informações e matérias interessantes.

Clique aqui para conferir

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O despertar para a leitura

Desde pequeno sempre gostei muito de ler, esse gosto pela literatura surgiu como uma necessidade por respostas das indagações de mundo que eu fazia, e mesmo sem ter certeza absoluta, sabia que era no livro que iria encontrá-las. 
Meus pais nunca me disseram que eu tinha que ler isso ou aquilo, ou mesmo me presentearam com um livro  ou levaram-me a uma livraria. Não que eles não tenham sua contribuição para o meu aprendizado, pelo contrario, eu devo muito a eles, porém contribuiriam da sua maneira. 
Meu pai era um ex metalúrgico que sofrera um derrame cerebral afetando a mobilidade do lado esquerdo de seu corpo, deixando paralisado, por isso ficava o dia inteiro em casa. Não lembro de vê-lo lendo livros, mas gostava muito de jornais, principalmente esporte, lia tudo a respeito, era fanático pelo Corinthians.
Minha mãe, costureira, trabalhava em casa durante muitas horas por dia para ajudar no sustento da família, gostava muito de livros, lembro bem que em suas horas vagas os pegava e começava a leitura. Ela tinha vários e eu ficava, sempre,  muito curioso para saber o que tanto ela olhava para eles, muitas vezes com um sorriso na face. O que de tão interessante haveria ali?
Na época eu não sabia ler, mas não via a hora de aprender para poder desvendar os segredos daquelas  letras, minha imaginação viajava com as possibilidades que ali existiam.
Conforme fui aprendendo, comecei a distinguir os títulos das capas, que no inicio achei muito engraçado, pois os títulos tinham nomes de mulheres: Bianca, Sabrina, Júlia...
É verdade, minha mãe lia esses romances melosos, não que tenha preconceito, mas digamos que não seja a literatura que mais me atrai atualmente, mas eu cheguei a ler. Não sabia onde ela os comprava, mas lembro que tinha uma amiga e  sempre trocavam os que já tinham lido. 
Mesmo sem intenção minha mãe e meu pai conseguiram despertar em mim à vontade pela leitura, abrindo as portas da minha curiosidade, do meu desejo de conhecimento, isso sem nunca me obrigar a ler.
Hoje eu sou alucinado por livros, revistas ou qualquer outro tipo de leitura (menos romances melosos) e devo isso aos meus pais, que me mostraram por meio de atos, e não imposição, o prazer da leitura.
Imagem google

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O jornalismo, a fabricação do futuro e o valor do passado

Ontem eu tive o prazer de participar de uma aula aberta na ESPM como o professor Alberto Dines, - na minha opinião- um dos mestres do jornalismo.
Dines fez uma síntese da sua trajetória no jornalismo, passando pelo Jornal do Brasil, Grupo Abril, Folha de São Paulo e o período em que foi docente nos Estados Unidos e Portugal.
Com mais de cinquenta anos de carreira o jornalista demonstrou motivação para continuar trabalhando na área, que segundo ele, é a única coisa que saber fazer na vida. 
Atualmente é um dos professores do curso de Pós-graduação da ESPM e fundador do site Observatório da Imprensa. "Não devemos parar de estudar, experimentar e evoluir sistematicamente", disse o professor.
Ele disse uma frase muito interessante sobre o jornalismo que vou utilizar como mantra: "jornalismo é o aprendizado sob pressão, um oficio que se renova a cada edição.